André Street é cofundador da Stone Co., fintech brasileira de meios de pagamento listada na Nasdaq, e cofundador do Instituto B55 ao lado de Guilherme Benchimol, da XP, e David Vélez, do Nubank.
Com mais de duas décadas como empreendedor serial, é referência nacional em fintech, meios de pagamento e escala de operações no mercado financeiro brasileiro.
Hoje, atua como maior acionista da Stone Co., é cofundador da Teya, uma plataforma europeia de soluções para pequenas e médias empresas presente em 12 países, e gere a VCK Investments, family office por meio do qual mantém posições estratégicas no setor financeiro.
Carioca, André Street começou a empreender ainda na adolescência, quando lançou a Paga Fácil, sua primeira incursão no setor de meios de pagamento — segmento que definiria toda a trajetória seguinte.
Ao longo da primeira década dos anos 2000, construiu e vendeu duas empresas relevantes do ecossistema brasileiro: a Braspag, plataforma de pagamentos online adquirida pela Cielo em 2009, e a Sieve, empresa de inteligência de preços para e-commerce, vendida à B2W em 2015.
Em 2012, ao lado de Eduardo Pontes, fundou a Stone Co., com a tese de quebrar o oligopólio brasileiro de adquirência. Em outubro de 2018, a Stone abriu capital na Nasdaq e atraiu investidores como a Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, e a Madrone Capital Partners, consolidando-se como uma das maiores fintechs do país.
À frente da Stone como presidente do conselho até 2024, André Street consolidou um modelo de operação que combinou execução com cobertura territorial, um pilar do crescimento da empresa fora dos grandes centros e no contexto brasileiro real. Em 2024, deixou o conselho mantendo-se como maior acionista da companhia, com 37% do poder de voto, e voltando seu foco a novos ciclos de construção.
Em 2019, tornou-se um dos sócios fundadores da Teya, originalmente lançada como SaltPay e rebatizada em 2023: uma fintech europeia que atende mais de 12 países e construiu uma plataforma completa para PMEs reunindo adquirência, conta business, emissão de cartões, ePOS e CRM. A operação atingiu cerca de US$ 750 milhões em receita anual em 2025 e tem entre seus investidores fundos como Tiger Global, Ant Capital e GIC, sendo hoje conduzida por Pontes como CEO.